




Além de jornalistas, elas também são mulheres e isso muda completamente a forma como a violência atravessa o trabalho de cobertura.
Na nova reportagem d’AzMina, ouvimos profissionais que sofreram ameaças, perseguição digital, assédio, retaliações institucionais e medo após cobrirem casos de violência contra mulheres. Existe a sensação em comum de desproteção diante dos agressores, das redes sociais e, muitas vezes, dos próprios ambientes de trabalho.
A investigação conduzida por Mariana Rosetti e Paola Churchill reuniu entrevistas, dados sobre violência contra jornalistas e um levantamento inédito com 13 repórteres brasileiras que atuam nessa cobertura.
“A primeira pessoa que respondeu à nossa pesquisa revelou ter abandonado o jornalismo após a violência sofrida durante a cobertura de um caso de violência contra a mulher. Esse relato, além de doloroso, é um retrato fiel de como opera o silenciamento das redes de apoio às vítimas”, afirma Mariana Rosetti.
A reportagem também evidencia como a cobertura de gênero ainda é tratada como uma pauta secundária dentro de muitas estruturas midiáticas mesmo quando expõe profissionais a riscos físicos, psicológicos e digitais constantes.
A matéria abre um debate urgente sobre segurança, responsabilidade institucional e as condições de trabalho de mulheres jornalistas no Brasil.
Leia a reportagem completa em: https://hoy.bio/5mm5rgmyxe
* Esta matéria foi produzida com o apoio da Repórteres Sem Fronteiras (RSF), no âmbito do projeto “Defending Voices Brazil”, financiado pelo programa de Desenvolvimento do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da Alemanha (BMZ).
#womeninjournalism #genderviolence #journalistsafety #mediaresponsibility #workconditions
Na nova reportagem d’AzMina, ouvimos profissionais que sofreram ameaças, perseguição digital, assédio, retaliações institucionais e medo após cobrirem casos de violência contra mulheres. Existe a sensação em comum de desproteção diante dos agressores, das redes sociais e, muitas vezes, dos próprios ambientes de trabalho.
A investigação conduzida por Mariana Rosetti e Paola Churchill reuniu entrevistas, dados sobre violência contra jornalistas e um levantamento inédito com 13 repórteres brasileiras que atuam nessa cobertura.
“A primeira pessoa que respondeu à nossa pesquisa revelou ter abandonado o jornalismo após a violência sofrida durante a cobertura de um caso de violência contra a mulher. Esse relato, além de doloroso, é um retrato fiel de como opera o silenciamento das redes de apoio às vítimas”, afirma Mariana Rosetti.
A reportagem também evidencia como a cobertura de gênero ainda é tratada como uma pauta secundária dentro de muitas estruturas midiáticas mesmo quando expõe profissionais a riscos físicos, psicológicos e digitais constantes.
A matéria abre um debate urgente sobre segurança, responsabilidade institucional e as condições de trabalho de mulheres jornalistas no Brasil.
Leia a reportagem completa em: https://hoy.bio/5mm5rgmyxe
* Esta matéria foi produzida com o apoio da Repórteres Sem Fronteiras (RSF), no âmbito do projeto “Defending Voices Brazil”, financiado pelo programa de Desenvolvimento do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da Alemanha (BMZ).
#womeninjournalism #genderviolence #journalistsafety #mediaresponsibility #workconditions
Shared byBlair Cole - 5 days ago
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