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Optimize Your Forest Operations with Advanced Tire Management Solutions

O pneu figura entre os três maiores itens de custo variável da operação rodoviária florestal, atrás do combustível e da mão de obra. Em frota de transporte primário de eucalipto, a borracha responde por algo entre 6% e 9% do custo operacional. Em maquinário pesado de colheita, uma unidade de pneu radial florestal pode chegar a R$ 15 mil ou R$ 30 mil, dependendo da medida, valor que justifica controle individual rigoroso de cada carcaça.

O controle que a maioria das operações pratica não acompanha esse peso econômico. Filiais com planilhas próprias, almoxarife que anota número de série à mão, recapadora que recebe a carcaça sem identificação de origem. Sem histórico consolidado por carcaça, a análise comparativa de rendimento por marca, modelo e aplicação se inviabiliza, e a decisão de compra acontece com sustentação muito mais comercial do que técnica.

O Módulo de Controle de Pneus da ANI Sistemas parte do cadastro individual desde a entrada por nota fiscal até o sucateamento definitivo. Cada movimentação é registrada em histórico cronológico: saída do almoxarifado, montagem em veículo, rodízios, recapagens por número de vida, inspeções de pressão e profundidade de sulco, descarte com destinação documentada. O módulo oferece ainda o mapa visual do veículo com cada posição identificada graficamente, mostrando o número individual do pneu e sua situação em cada eixo.

A pressão de calibragem é uma das variáveis mais críticas e menos controladas. A literatura técnica documenta redução de 30% a 50% na vida útil do pneu de máquina pesada sob calibragem persistentemente fora da faixa especificada. O sistema registra inspeção periódica por veículo, com meta de pressão configurada por posição e alerta automático quando o desvio ultrapassa o limite definido.

O custo acumulado por carcaça ao longo de toda a vida útil, incluindo aquisição, recapagens e mão de obra de montagem, alimenta o cálculo do Custo Por Quilômetro. Esse indicador permite comparação direta entre marcas e modelos com base no desempenho real da operação. A decisão sobre qual pneu comprar, quando enviar à recapadora e qual fornecedor manter passa a ter sustentação documental gerada na própria frota.

A integração com os módulos de Transporte e Abastecimento amplia essa leitura. A quilometragem real percorrida alimenta o cálculo de vida útil. O cruzamento entre consumo de combustível e estado dos pneus permite identificar relação entre subcalibragem persistente e elevação do consumo do conjunto, dois custos variáveis que raramente são analisados em conjunto.

Quais indicadores de gestão de pneus você considera mais relevantes para sustentar a decisão de compra e a política de recapagem na operação florestal

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Shared byJordan Singh - 4 days ago

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