Back to Populer
Optimizing Forest Road Maintenance with ANI Sistemas' Estradas Module | Populer Platform

Optimizing Forest Road Maintenance with ANI Sistemas' Estradas Module

A malha viária florestal raramente aparece como linha de custo clara na contabilidade da empresa. O custo da madeira entregue na indústria discrimina colheita, transporte, combustível e manutenção de frota, mas dificilmente abre uma entrada exclusiva para a condição do leito viário que sustenta a operação. Ainda assim, é a estrada que define o tempo de ciclo do bitrem, o consumo de diesel por quilômetro rodado, a vida útil do pneu radial e, no período de chuva, a capacidade de a frente entregar o volume programado.

Em empresas que operam em escala regional, a malha somada entre estradas primárias, secundárias, terciárias e aceiros ultrapassa com facilidade algumas centenas de quilômetros por unidade. Cada trecho tem geometria própria, tipo de revestimento, sistema de drenagem, idade da última intervenção e nível de tráfego variável conforme a programação de colheita. Decidir onde concentrar o orçamento de manutenção rodoviária com base apenas no relato verbal do encarregado em reunião de operação é um critério que não escala junto com a malha.

O Módulo Estradas da ANI Sistemas foi desenvolvido para estruturar essa gestão. O sistema cadastra a malha por trechos, classifica por categoria técnica, registra inspeções periódicas com indicadores objetivos de condição de superfície, organiza o histórico de intervenções executadas e calcula o custo de manutenção por trecho. A integração com o módulo GIS traz a camada espacial para o ambiente, com o traçado de cada trecho georreferenciado sobre a base da fazenda.

A priorização da manutenção é onde o ganho técnico mais aparece. O sistema cruza o indicador de condição do trecho com o tráfego observado, vindo do módulo de Transporte, e com a produção que depende daquele acesso, vinda do módulo de Colheita e do plano anual. Um trecho terciário em condição ruim que serve talhão programado para corte na quinzena seguinte sobe automaticamente na escala de prioridade, com argumento técnico documentado para sustentar a decisão frente à diretoria.

A janela climática também é gerenciada dentro do mesmo ambiente. Pontos sensíveis da malha, travessias sem pontilhão definitivo, trechos com histórico de assoreamento, entram no mapa da operação e recebem inspeção intensificada antes do período chuvoso. Durante a chuva, o registro de interrupções por inundação ou deslizamento alimenta a central logística da plataforma, que replana o transporte com base na malha efetivamente disponível.

A integração com os módulos de Pneus e Manutenção fecha o ciclo da causa raiz. Ordens de serviço abertas para reparo de suspensão em cavalo-mecânico, associadas ao trecho percorrido nas últimas viagens, permitem identificar se há concentração de quebras em rota específica e direcionar a intervenção para a estrada antes que o custo mecânico continue subindo.
Quais aspectos da gestão de estradas florestais você considera mais difíceis de quantificar no impacto sobre o custo operacional? A discussão nos comentários pode ser interessante.

#forestroadmaintenance #logisticsmanagement #operationalcostreduction #GISintegration #sustainableforestry

Shared byHarper Patel - 11 days ago

Log in to comment
Loading ..